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Amor de cristãos suscita onda de conversões entre refugiados muçulmanos na Alemanha

30.10.2016

 

ROMA - Uma grande quantidade de refugiados muçulmanos do Oriente Médio, que chegaram na Alemanha há algum tempo, decidiram se converter ou já se converteram ao cristianismo ao ver o testemunho de acolhida e de caridade que recebem de pessoas de diferentes igrejas cristãs no país europeu.

 

Um artigo publicado no ‘The Atlantic’ assinala que todos os dias chega uma grande quantidade de refugiados à Alemanha, em certas ocasiões até 10 mil. Muitos são provenientes do Irã e não são muçulmanos praticantes, e os que já são cristãos encontraram um lugar no qual podem fortalecer e expressar a sua fé sem temor.

 

Porta-voz da igreja protestante de Berlim-Brandenburg-Silesian Upper Lusatia, indicou que há refugiados muçulmanos que “já tinham se convertido ao cristianismo em seus países de origem e outros que entraram em contato com o cristianismo depois de viver na Alemanha”.

 

O artigo assinala que as razões pelas quais os muçulmanos se convertem ao cristianismo são: “pelo poder redentor da história de Jesus” e “pela desilusão com o Islã”.

 

Um dos casos apresentados no artigo é o de um iraniano chamado Mohamed, que conheceu o cristianismo na Alemanha e decidiu ser batizado. “Não diria que fui um muçulmano. Não frequentei a mesquita durante um ano. Agora, vou à igreja todas as semanas”, disse.

 

Inclusive tomou a decisão de trocar o seu nome original após o seu batismo por um nome bíblico: Matias. 

 

Mohamed tem dois amigos, que preferiram não dizer seus nomes, os quais se converteram ao cristianismo no Irã, mas não podiam expressar sua fé com liberdade.

 

Um deles assinalou que antes de chegar à Alemanha, o cristianismo era algo “teórico”. “Mas agora posso vê-lo e senti-lo através da bondade do meu pastor”. Outro indicou que se converteu no seu país, graças a um vizinho que era cristão.

 

“Os cristãos são pessoas amáveis. No Islã, a pessoa que mata e a pessoa que morre grita ‘Allahu Akbar’ (Deus é grande)”, comentou.

 

Por outro lado, o pastor da Igreja Trinitária Luterana, Gottfried Martens, contou a ‘The Atlantic’ que uma igreja na cidade Zehlendorf começou a acolher os refugiados desde a década de 1990 e, com o passar do tempo, a sua igreja começou a fazer o mesmo e se tornou um lugar onde os cristãos iranianos podiam procuram ajuda.

 

Desde 2013, esta igreja centra seu serviço no trabalho com os refugiados. As pregações e serviços são traduzidos para o idioma farsi, falado no Irã, e realizam outras atividades de acolhida.

 

O pastor local disse que “é um trabalho incrível estar junto com estas pessoas maravilhosas que arriscaram tantas coisas pela sua fé cristã”. Acrescentou que isto deu um novo sentido à sua vida.

 

Martens contou que na sua igreja foram batizados aproximadamente mil iranianos e afegãos e há 300 pessoas esperando para serem batizadas. Indicou que antes do batismo, eles fazem uma prova, depois de terem recebido aulas sobre o que significa acreditar que Jesus é o Messias e para que “realmente entendam o que significa a fé cristã”.

 

“Conheço alemães que ficariam reprovados nesta prova”, comentou e disse de que muitos compatriotas comentaram que não podem acreditar que um muçulmano possa se converter ao cristianismo.

 

“Há um grande despertar cristão entre os iranianos e afegãos. Isto é algo que os ateus alemães não conseguem compreender. Por que não vêm aqui um domingo para que possam compreender melhor?”, desafiou.

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