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É possível uma Europa muçulmana? Sacerdote especialista em islã faz sérias advertências

07.11.2016

 

ROMA- O sacerdote especialista em islã, Pe. Samir Khalil Samir, advertiu os europeus que o rosto do islã no Velho Continente a dez anos depende das decisões que tomarem hoje, pois devem compreender que nesta religião “não há liberdade de consciência” e, portanto, um migrante que não aceite as leis baseadas na Declaração de Direitos Humanos, não pode se inserir na sociedade ocidental.

 

“No que diz respeito à implantação do islã na Europa, tudo depende de que vocês europeus cheguem a compreender e a decidir: no islã não há liberdade de consciência, porque se um muçulmano quiser mudar de religião, é castigado pela lei, em alguns países muito severamente”, assinalou o sacerdote egípcio ao semanário italiano ‘Tempi’.

 

O Pe. Samir Khalil Samir, doutor na Islamologia e professor do Pontifício Instituto Oriental e do Pontifício Instituto de Estudos Árabes e Islamistas, em Roma (Itália), assinalou que “acolher os refugiados é um dever, mas a acolhida não pode ser ilimitada. Até mesmo Ângela Merkel (chanceler da Alemanha) se convenceu” disto.

 

Nesse sentido, indicou que embora a hospitalidade da Europa “não deve ser diminuída”, ao mesmo tempo as autoridades europeias devem “estabelecer os deveres dos imigrantes, como aprender o idioma local e respeitar as leis vigentes, que têm prioridade sobre as suas convicções” religiosas.

 

Explicou que para o muçulmano “a religião não é um assunto espiritual, mas faz parte da política e do direito”, portanto “os muçulmanos que chegam à Europa achariam algo natural continuar a prática do islã com estes conceitos, e são vocês, europeus, que devem explicar a eles que não é possível e permanecer firmes na defesa do direito à apostasia para quem deseja abandonar ou mudar a sua fé religiosa e da distinção entre a esfera política e a esfera religiosa”.          

 

“As condições para as pessoas que entram devem ser claras: a religião e a cidadania na Europa são distintas. O Estado não traduz em lei os preceitos religiosos. Isto os imigrantes muçulmanos devem compreender imediatamente”, assinalou o sacerdote, que também denunciou que a Arábia Saudita usa o dinheiro do petróleo para propagar o wahabismo, uma corrente radical do islã.

 

Nesse sentido, o Pe. Khalil, autor de 60 livros, entre eles “Cem perguntas sobre o islã”, disse que “quem não pode aceitar as leis europeias que refletem a Declaração Universal dos Direitos Humanos, não deveria poder se inserir em seus países. Causaria um mal para ele e para vocês”.

 

Sobre o aumento de migrantes da África e do Oriente Médio para a Europa, o sacerdote disse que “a onda não terminará se o mal que a causa não acabar: as crises e as guerras seguidas pelo extremismo e o terrorismo. E o extremismo e o terrorismo nascem em primeiro lugar dos ensinamentos islâmicos equivocados, da ideologia dominante”.

 

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