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Testemunhar e seguir o Rei Servidor da misericórdia do Pai

19.11.2016

 

 

Neste Domingo celebramos a solenidade de Cristo Rei, que encerra o Ano Litúrgico e na cidade de Roma o Papa Francisco conclui o Ano da Misericórdia fechando simbolicamente a Porta Santa do Jubileu. É claro que apenas finaliza este período especial, pois, todos sabemos a misericórdia por ser um atributo e virtude divina sempre jorrará copiosa sobre a humanidade e a terra.

 

Mais, será sempre a missão da Igreja e principalmente orientará a ação dos cristãos e cristãs leigas no mundo, que neste dia comemoram a sua vocação e seu apostolado e presença como sujeitos protagonistas da Igreja e Sociedade. Neste jubileu fizemos a experiência de nos deixar tocar e abraçar pela misericórdia do Pai. Agora se trata de encarnar e fazer reinar a misericórdia e compaixão nas estruturas e relacionamentos sociais e ambientais.

 

Urge passar da prática das obras de misericórdia e da conversão à Misericordia no âmbito pessoal, a como afirma o Bem Aventurado Paulo VI, na Evangelii Nuntiandi, inspirar os critérios de juízo e decisão, as mentalidades e formas de organização da sociedade. Torna-se necessária uma economia misericordiosa e humana que coloquem a vida das pessoas em primeiro lugar, uma política de comunhão e solidariedade voltada a empoderar os pequenos, pobres e desamparados para incluí-los plenamente como cidadãos, e não como massa sobrante e descartável. 

 

Construir e gerar uma cultura de paz e de diálogo que desarme os corações raivosos e intolerantes, fazendo-os passar da convivialidade do respeito a fraternidade e partilha amorosa. Por isso agradecemos neste dia a tantos leigos empenhados em testemunhar e seguir a Cristo o Rosto da Misericórdia e Rei do Amor, em suas famílias, seus ambientes de trabalho, nos areópagos e espaços da construção de uma sociedade e cultura pluralista, solidária e fraterna que acolhe a vida como dom e se responsabiliza pelo cuidado da criação e integridade da terra.

 

Sem medos e complexos de inferioridade, os cristãos leigos, devem abandonar a sua área de conforto ou de confinamento para com alegria e esperança contribuir com uma fé pública e o Evangelho, para junto com todas as pessoas de boa vontade fazer acontecer e gestar uma civilização mais humana, acolhedora, onde caibam todos/as e a prosperidade e o trabalho sejam repartidos. 

 

Deus seja louvado!

 

Autor: Dom Roberto Francisco Ferreria Paz

Bispo de Campos (RJ)

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