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Chile: ataque incendiário contra igreja em Santiago


Igreja já havia sido profanada em 10 de junho de 2016, quando um crucifixo foi retirado e destruído na rua.


Santiago do Chile - Um ataque à liberdade de culto, uma violação de um lugar sagrado, mais do que um dano ao patrimônio histórico da cidade.


Assim a Congregação Salesiana de São Gabriel Arcanjo definiu em um comunicado o último ataque incendiário perpetrado na manhã da última terça-feira, 22 de agosto, contra a "Iglesia de la Gratidud Nacional", em Santiago do Chile.


Ataque realizado por jovens com rosto coberto

Os responsáveis pelo ataque foram jovens estudantes participantes de uma manifestação. Dois deles, com o rosto coberto e vestidos de branco, por volta das 8 horas, pouco depois do final da Missa, aproximaram-se do local de culto lançando coquetéis molotov contra a porta de entrada.


As chamas foram controladas com extintores pelo sacristão e pelo porteiro do Colégio salesiano Alameda, evitando que queimassem toda a porta e se propagassem pela construção. Imediata também a chegada da polícia, que passou a proteger o prédio.


Igreja já havia sido atacada e profanada

Nos dias passados a igreja já havia sido alvo de atos de vandalismo, com apedrejamento e pintura de grafites.


Ademais, ainda está viva na memória dos chilenos a profanação deste espaço sagrado ocorrido em junho de 2016 quando, sempre durante uma manifestação estudantil, alguns jovens retirara e destruíram uma imagem de Jesus Crucificado.


No temos de que atos análogos possam repetir-se, colocando em perigo a própria existência da Iglesia de la Gratitud Nacional, a Congregação Salesiana expressa firme condenação e dor pelo ocorrido:


"Não se trata somente de um dano ao patrimônio histórico da cidade - lê-se na declaração - mas de uma agressão à liberdade de culto e de uma violação de um espaço sagrado, lugar de encontro com Deus para muitos fiéis".

#Chile #Atentadocontraigreja

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