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Dia da Liberdade Religiosa: Associação denuncia situação de cristãos na China

27.10.2017

 

 

 

Imagem referencial / Foto: Pixabay (Domínio Público)

 

MADRI - Em 27 de outubro é comemorado o dia da liberdade religiosa, por isso a Associação Enraizados pede que tomem consciência das graves violações deste Direito na China, pois atualmente dois bispos estão privados da sua liberdade devido ao regime e muitos fiéis sofrem repressão por suas crenças.

 

A Associação Enraizados assegurou em um comunicado que “na China, um dos países mais poderosos do mundo, continua sem existir e os fiéis são cada vez mais vigiados e perseguidos”, e destacam que neste país são permitidas cinco crenças: budistas, taoístas, muçulmanos, católicos e protestantes. Mas outras, como os cristãos ortodoxos, estão proibidas.

 

Entretanto, as religiões permitidas contam com “associações patrióticas” que são fortemente vigiadas pelo governo. “Se não estão dentro desses grupos oficiais, são crentes clandestinos, abertamente perseguidos”, assegura Enraizados.

 

José Castro Velarde, presidente da Associação Enraizados, disse que “a Espanha e a Europa não podem olhar permanentemente para o outro lado ante a falta de liberdade religiosa na China. Enquanto fazem acordos comerciais com este país poderoso, não levam em consideração os ataques aos direitos humanos e a falta de liberdades, como a liberdade religiosa”.

 

“Por isso, pedimos à Espanha, à União Europeia e aos organismos internacionais que façam um esforço diplomático e criem medidas a fim de melhorar a liberdade religiosa na China”, afirmou Castro Velarde.

 

“Enquanto isso, muitos crentes estão sofrendo”, afirmou o presidente da associação e sublinhou que o estado da liberdade religiosa e de consciência é a medida para os outros direitos, pois “envolve o mais intrínseco do ser humano, ou seja, as suas crenças”.

 

Como é o caso de pelo menos dois bispos da Igreja Católica que estão privados da sua liberdade.

São eles: Dom Tadeo Ma Daqin, Bispo de Xangai, sob prisão domiciliar desde a sua ordenação em julho de 2012, e Dom Pietro Shao Zhumin, Prelado coadjutor da Diocese de Wenzhou, que supostamente está sob vigilância policial, junto com outros dois sacerdotes, desde maio deste ano.

 

A Associação Enraizados denunciou que “a polícia chinesa também demoliu numerosas cruzes e revista constantemente templos católicos e protestantes”.

 

“O presidente Xi Yinping, que já está sendo chamado ‘o Mao do século XXI’, aumentou a ‘chinalização’ das religiões e a ‘independência da influência estrangeira e a submissão ao Partido Comunista’, desde que a Lei de Segurança Nacional entrou em vigor. Em setembro deste ano, essas regras ficaram mais rígidas”, explicam.

 

A Associação Enraizados pediu em diversas ocasiões ao governo da Espanha, à União Europeia e às Nações Unidas para mediar e exigir a liberdade dos cristãos privados de liberdade.

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