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Governo da Venezuela dirige o pais à ruína, adverte Cardeal Urosa

06.11.2017

 

 

 

Cardeal Jorge Urosa Savino. Foto: Bohumil Petrik / ACI Prensa

 

CARACAS -  O Cardeal Jorge Urosa, Arcebispo de Caracas, na Venezuela, advertiu que o caminho que o governo segue “é a ruína do país” e advertiu que o regime de Nicolás Maduro procura “decapitar a oposição para que haja um partido único”.

 

Entrevistado pelo jornal venezuelano ‘El Nacional’, o Cardeal Urosa lamentou que “a situação do país esteja cada vez pior, e me dá uma grande dor falar isso”.

 

“A crise econômica se intensifica com as medidas do governo e a hiperinflação atinge níveis surpreendentes”.

 

O Arcebispo de Caracas assinalou que a delinquência na Venezuela chega a níveis críticos, enquanto “há cidadãos morrendo por falta de remédios e comida e uma crise política agravada pela perseguição da dissidência”.

 

Em vez de o governo enfrentar efetivamente os problemas do país, “reforça as ameaças contra a oposição, confisca os bens e fortalece os controles e o monopólio”.

 

“A Venezuela está muito doente”, disse e acrescentou que “isso é uma tragédia”.

 

O Arcebispo também incentivou as forças políticas que estão contra o regime de Maduro a “unir-se e desenvolver estratégias democráticas a fim de evitar uma maior deterioração”.

 

Além disso, o Cardeal advertiu que, “com um povo submetido a imensos sacrifícios e humilhado, é muito fácil que haja um surto social. Espero que isso não aconteça”.

 

“A situação do país é pior do que há um mês: continua o desrespeito aos direitos humanos, ainda há prisioneiros políticos e perseguição dos governantes; a desnutrição infantil aumentou e as doenças erradicadas na década de 1950 voltaram, como a malária, a tuberculose e a difteria. Mas devemos continuar lutando, como fez Bolívar, apesar das derrotas”.

 

O Cardeal Urosa também se pronunciou a respeito da Assembleia Constituinte estabelecida pelo governo de Maduro e a descreveu como “fraudulenta e ilegítima”.

 

“Esta composta por ativistas políticos a serviço do governo e não resolverá o problema econômico”, disse.

 

“É necessário mudar a ideologia marxista, totalitária e estatista que levou a Venezuela à ruína”, assegurou.

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