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URGENTE: Aparelhos foram desligados, mas Alfie vive e respirou sozinho toda a noite

24.04.2018

 

A batalha pela vida prossegue hoje: se a entubação foi desconectada como a "justiça" havia decretado, o que mais impede a transferência para Roma?

 

A “justiça” britânica se reconfirmou chocantemente, irracionalmente e teimosamente incomovível diante de todas as argumentações lógicas a respeito dos legítimos direitos de Alfie Evans e dos seus pais, Tom e Kate, tanto no sentido de não os impedir de procurarem um diagnóstico mais objetivo em outra instituição hospitalar quanto no sentido de não atropelar a sua liberdade supostamente garantida de transferirem o próprio filho para o hospital que bem entendessem.

 

Negando todos os recursos e mostrando-se endurecida também diante dos extraordinários esforços diplomáticos do Vaticano e da Itália, a “justiça” britânica, revelando-se digna do totalitarismo soviético, decretou o imediato desligamento dos aparelhos que ajudavam a manter vivo o bebê de 2 anos em Liverpool.

 

Ontem à noite, às 22h30 de Londres (18h30 de Brasília), os aparelhos foram desconectados.

 

MAS…

Alfie's Army

 

Os seríssimos profissionais do hospital pediátrico inglês, a cuja palavra a “justiça” do país havia praticamente atribuído caráter de revelação divina, tinham profetizado que Alfie sobreviveria no máximo algumas dezenas de minutos a partir do desligamento do suporte vital.

 

Alfie sobreviveu a noite inteira sem os aparelhos. Alfie continua vivo até agora!
 

Seu bravo pai, Thomas, demonstrando da altura dos seus 21 anos de idade um grau de maturidade, hombridade e firmeza com que a maioria dos médicos e juízes envolvidos nesta sanha assassina parecem jamais ter sonhado na vida, peitou mais uma vez a equipe do hospital e a proibiu de aplicar ao filho as drogas que deveriam sedá-lo. A respeito de uma delas, o Fentanyl, Tom trovejou:

 

“Usam isso para os condenados à morte!”

 

E deixou bem claro, com toda a bravura de um pai que já desafiou a tudo e a todos para defender o seu filho:

 

“Vocês não vão drogar o meu filho até a morte. Isto é ilegal no Reino Unido”.

 

Tom conseguiu. Alfie não foi drogado e, por isso mesmo, não foi morto.

 

Alfie está vivo e seus pais terão hoje uma enésima audiência com a “justiça” britânica às 15h30 de Londres (11h30 de Brasília). Eles vão voltar a repetir o óbvio até que aconteça o milagre do entendimento: o bebê está vivo, está respirando sem estar entubado e tem direito a pelo menos receber hidratação e oxigênio.

 

Será possível que até isto vai ser negado pela “justiça” britânica, esta sim doente gravíssima de ideologia do descarte?

 

Continuemos orando por Alfie e pelos seus pais incansáveis. Oremos pela mente e pelo coração das autoridades envolvidas. Continuemos suplicando o milagre.

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