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AS PRIMÍCIAS NO NOVO TESTAMENTO


Alguns cristãos têm dificuldade com qualquer menção de princípios ligados ao Antigo

Testamento e, antes de aceitarem qualquer doutrina, já começam indagando qual é a base disto no Novo Testamento? Pois bem, no Novo Testamento não se guardava mais a lei de Moisés com o peso das ordenanças que ela tinha no Antigo Testamento.




O Concílio de Jerusalém deixou claro que não havia encargo algum a se impor aos gentios além daquelas quatro áreas mencionadas: guardar-se da carne sufocada, do sangue, do sacrifício aos ídolos e da prostituição. Isto não quer dizer que depois do Concílio a igreja gentílica não precisasse de mais nenhuma instrução ou doutrina, senão o Novo Testamento não teria sido escrito. Aquilo limitava, naquele momento, a herança judaica a ser passada aos gentios.


Contudo, posteriormente, ao ensinarem os princípios para a igreja nascente, os apóstolos ainda

apresentavam figuras poderosas para fortalecer doutrinas da Nova Aliança pré-figuradas naquilo que se fazia anteriormente nos dias do Antigo Testamento. Não significava que estavam tentando retroceder ao passado, e sim que queriam esclarecer as figuras que Deus havia projetado por intermédio daqueles princípios praticados.


“Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca

jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano,

perpetuamente, eles oferecem”. – (Hebreus 10,1).




A sombra é diferente da imagem real que a projeta. Assim também, o que se via nas determinações da Antiga Aliança eram características similares às dos princípios que Deus revelaria nos dias da Nova Aliança (práticas espirituais).


O cordeiro sacrificado na lei mosaica foi apontado como uma pre-figura (ou imagem) de Jesus que veio morrer em nosso lugar (Jo.1:29).


A oferta de incenso do Tabernáculo passou a ser reconhecida como uma figura da oração dos santos (Ap.5:8).


A ceia da Páscoa deixou de ser praticada, substituída pela celebração do dia do Senhor e esta celebração passou a ser uma aplicação dos princípios que ela figurava (I Co.5:7,8).


“Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. Por isso, celebremos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da perversidade, mas com os pães sem fermento da sinceridade e da verdade.” (1 Coríntios 5,7-8)


Joaquim Accioly-Meac


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