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Marcha pela Vida ergue a voz contra o aborto no Rio de Janeiro


Marcha pela Vida no Rio de Janeiro / Foto: Facebook Centro Dom Bosco


Rio de Janeiro - No último domingo, 6 de maio, milhares de pessoas foram à praia de Copacabana para se unir na 6ª edição da Marcha pela Vida contra o Aborto do Rio de Janeiro, que teve como tema “Vida pra viver” e na qual levantaram a voz em defesa dos direitos do nascituro.


O evento, que é de natureza suprapartidária e suprarreligiosa, foi promovido pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem aborto e reuniu autoridades, representantes de diferentes religiões e artista, como a cantora Elba Ramalho, conhecida por sua luta contra o aborto.


Durante a Marcha, Elba Ramalho defendeu que a vida começa não no momento do nascimento de um bebê, e sim na concepção.

Também esteve presente no evento o Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, o qual, dias antes, já havia expressado a necessidade de se fazer escutar “também a nossa voz” em defesa da vida, “desde a concepção até a morte natural”.


Na Marcha, o Purpurado voltou a manifestar que aquela caminhada se mostrava como uma “resistência à cultura da morte” e “em favor da vida”.


Estiveram presentes no evento fiéis de diferentes Paróquias da Arquidiocese, movimentos e grupos de oração e iniciativas como o Centro Dom Bosco, que recordou em sua página no Facebook que “o Brasil é uma nação formada por católicos que não aceita, nem nunca aceitará, qualquer forma de aborto”.


Entre os temas para os quais a Marcha pela Vida buscou chamar a atenção estava a defesa da aprovação do Estatuto do Nascituro – Projeto de Lei (PL) 478/2007, que segue, há 11 anos, em tramitação no Congresso.

Além disso, procurou alertar sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, que permite a realização do aborto no Sistema Único de Saúde (SUS) até 12 semanas de gestação, bastando apenas o consentimento da gestante.


Em relação a este tema, a relatora da ação no Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, convocou uma audiência pública para discutir a questão, prevista para acontecer em junho.


Nesse sentido, durante o evento, manifestantes ressaltaram que “não calarão a nossa voz, jamais” e que “venceremos a cultura da morte”, como expressou Márcio Gualberto.

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